Fome de poder!

Olá amigos, como vão?

Recentemente, por recomendação de minha esposa, fomos assistir um filme sobre o surgimento e expansão de uma das maiores empresas de fast food do mundo, o Mc Donald’s. Como papel principal, Michael Keaton, o título original em inglês “The Founder” e por aqui fora batizado de “Fome de Poder”. Polêmico. Achei interessante compartilhar com meus amigos do Linkedin e do meu site.

Para começar eu não entendo nada de técnicas cinematográficas, portanto não sei falar sobre fotografia, tomadas de câmera, roteiro, direção ou qualquer coisa do gênero. O primeiro que tenho a falar é que trata-se de uma obra OBRIGATÓRIA PARA ADMINISTRADORES, ou profissões relacionadas, marketing, planejamento empresarial etc. Diria, também, que pessoas que têm planos de empreender uma empresa não podem perder.

Algo que me chamou a atenção é a obsessão por processos que os irmãos Mc Donald’s tinham. Desenhar com giz os espaços dos equipamentos no chão e simular com os futuros colaboradores toda a produção de sanduiches, fazendo testes e reposicionando máquinas e equipamentos até encontrar a operação mais eficiente antes mesmo de levantar as paredes para mim foi o máximo da genialidade administrativa. Está aí um bom exemplo de taylorismo que vou estudar com meus alunos de Teoria Geral da Administração.

Como quase tudo atualmente, quem não viu ou não percebe situações técnicas relacionadas a negócio vai disparar críticas tais como: “ele passou a perna em todo mundo”. E é ai que, a meu ver, está a polêmica do filme. De um lado tinha-se os irmãos com sua visão local, gênios por si só no desenvolvimento de um padrão de eficiência, na criação de um modelo de negócio, à época, inovador, porém, com alta aversão ao risco e essencialmente focados no processo e nos produtos.


De outro lado, um visionário que sonhava na transformação da marca numa referência da América, e espalhar lojas Mc Donald’s por todo canto torna-se uma obsessão; Mc Donald’s em todos os lugares, assim como a bandeira norte americana e a cruz da Igreja Católica - uma visão de estratégia de negócio aguçada e perspicaz.

Mas você terá que ver o filme e formar a sua opinião. Tem que entender as dificuldades passadas pelo fundador e os valores por trás de suas ambições. Tem que admirar os idealizadores da marca e suas motivações para a perfeição operacional e perceber sua visão de negócios. E como todo filme americano, uma dose de romance sempre cai bem! Vale a pena.


Compartilhem a vontade! Abraço a todos!